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Brasigo

07 04 08

Alguns sabem, outros ficarão sabendo, mas deixei meu posto como designer no Ikwa para ingressar em uma outra startup.

Tocado pelo Manoel Lemos e lançado no dia 31 de março (porque, como ele mesmo disse, lançar no 1o. de abril é mancada), o Brasigo é um site que oferece um serviço de perguntas e respostas geradas pelo usuário, e que futuramente será expandido oferecendo novas funcionalidades e serviços. Ainda está em beta fechado, pois estamos trabalhando para deixar o sistema e a navegação tinindo. Convites estão sendo distribuídos por alguns blogs afora, e quem tiver interesse também pode entrar na fila para ganhar o seu.

Trabalhar com um time tão experiente e pró, usando metodologia Scrum sob a orientação de experts no assunto, em um ambiente desafiador como esse já me tem gerado boas experiências e novos conhecimentos. Acabei aprendendo algumas questões de semântica e CSS que estavam fora da minha mente até agora - e olha que estou há pouco tempo.

Quem quiser acompanhar as novidades do Brasigo pode acessar o blog oficial, ou dar um follow no Twitter.

Ikwa e boo-box no Globo News

07 04 08

Não tenho Globo News, mas graças à bondade de Larissa Herbst e de Jess, está no YouTube a matéria que saiu sobre empreendedorismo na Internet, featuring boo-box, Ikwa e Monashees Capital.

Vendo o Marco Gomes e o Mauricio Schnonenberger falarem sobre suas profissões e suas paixões, dá pra perceber o quanto é motivante e inspirador trabalhar fazendo o que você gosta. E do jeito que você quer: descalço (assistam ao vídeo para verem =D).

YouTube Preview Image

Live blogging @ Campus Party 2008

07 04 08

Terceiro Vagão postando live do Campus Party 2008!

(pausa para fazer pose para fotógrafo)

Originalmente não ia vir, mas com uma credencial VIP sobrando não tinha como negar.

Para quem não sabe, o Campus Party é um evento de confraternização, entretenimento e troca de conhecimentos entre os amantes da tecnologia e ciências. Localizado no prédio da Bienal no Parque do Ibirapuera, o evento possui infraestrutura para suportar uma rede milhares de computadores, palestras, apresentações, shows, stands, alimentação e alojamento. Sim sim, as 3000 pessoas que se inscreveram podem literalmente se mudar de mala e cuia, ou melhor, mochila e computador. Resumindo, é o Woodstock dos nerds.

Só pude chegar aqui às 23:30 de sexta-feira, mas sob as orientações de Bruno Gola e Helder Santana, já estou devidamente instalado num dos pontos da rede com backgone de 5Gbps da Telefonica, e baixando horrores de arquivos na rede DC++ que criaram aqui. Encontrei também com o pessoal do boo-box e Fujita.

Como esqueci a minha câmera, fotos só amanhã. =]

16/02/2008 5:04AM: Depois de baixar 60GB de vídeos, músicas e ISOs e brincar um pouco de código, vou-me pra casa e me preparar pra ficar desde o começo da tarde até domingo no almoço.

16/02/2008 9:00PM: Cheguei atrasadíssimo, acabei dormindo demais. Encontrei o Dairton na entrada, achei o @brunogola, fui comer e clicar um pouco.

Campus Party 2008: Visão geral

Campus Party 2008: Stands

 

Campus Party 2008: Crysis no full

 

Campus Party 2008: Mural CCE

16/02/2008 10:30PM: O @roudi me achou na área do Software Livre, fui com ele cumprimentar os blogueiros em geral. É uma pena ter passado tão pouco tempo no evento por apenas dois dias.

16/02/2008 11:30PM: Tá rolando uma apresentação de remix de músicas de jogos. Legalzinha.

Campus Party 2008: Palco principal

16/02/2008 11:00PM (pós-fim horário de verão): Aparentemente o pessoal do fundo (Astronomia, Simulação e Software Livre) foi esquecido, e por quase uma hora o setor ficou sem ar condicionado e sem água. Bom, a ar voltou, a água já não digo. Aliás, para chegar neste setor é preciso passar pelos Blogueiros, Barcamp, Gamers e Modders. Claro que a distribuição dos setores foi por mero acaso…… NOT?

16/02/2008 11:09PM: Logo mais vou-me indo. Vou terminar de baixar as 9 temporadas de Simpsons e algumas outras coisas. Amanhã, post conclusivo dos meus dois dias de #cparty =]

Os 15 clichês cometidos por clientes (e por que continuam fazendo-o?)

07 04 08

Já li muitos posts (ótimos por sinal) sobre mitos, verdades e fatos sobre clientes da área de Design. Eles são nossa razão de viver ($$$), mas também são a razão de muitas vezes termos um incontrolável desejo de pular do 20º andar.

Chegou a hora de eu mesmo escrever meus 15 chavões ditos por estes amáveis e incompreendidos organismos, baseados, obvio e infelizmente, em fatos reais. O foco será para jobs web, mas servem para qualquer produto de Design.

1 - “Quanto você cobra para fazer um site?”

Ah, a primeira e mais clássica pergunta que ouvimos quando um cliente nos liga (e sabe lá deus como conseguiu nosso celular). Clientes acham que somos igual supermercado: é só escolher o produto, ver o preço, pagar e tá levando. Claro que nenhum deles levam em conta que cada produto é um produto distinto, e que só depois de reuniões para desvendarmos suas mentes obscuras é que saberemos o que querem (com uma margem de erro de 70%), e poderemos passar o valor do job.

2 - “Quero um site moderno, contemporâneo, despojado, com movimento mas bem simples.”

O cliente é um organismo de mente contraditória e indecisa. Mas isso é um truque sagaz para testar nossa capacidade de interpretação.

3 - “Quero um site moderno, bem Web 2.0!”

Esse é o clichê 2 reloaded. Provavelmente ele leu o termo Web 2.0 na Revista Veja, viu que o cool da Internet é ser asso, e acha que o site dele tem que ser isso.

4 - “Mas não tem como chutar o preço? É um site bem simplezinho, ele vai ser assim: [tentativa em vão de descrever o projeto inteiro]“

Ele realmente não acredita que é necessário tempo e estudo pra que possamos desvendar sua mente, e realmente acredita que na nossa tabela FIP de projetos tem a classificação “simples” por R$600,00.

5 - “Olha, eu queria mais ou menos igual esse: (e passa dezenas de links)”

Em um esforço final, o cliente tentará passar exemplos de como ele quer seu produto. Todos sabemos que isso não faz a mínima diferença, pois cada job é um job, e não é porque ele gosta do site da Microsoft que você necessariamente fará um igual.

6 - “Mas precisa pagar só pra você me fazer uns rascunhos?”

Porque dedicaríamos tempo precioso pesquisando e fazendo roughs sendo que: 1 - Tempo é dinheiro; 2 - O cara vai querer ficar mudando o rascunho, e o projeto nunca vai sair dessa fase; 3 - Ele pode simplesmente pegar o rough e dar na mão do sobrinho pra copiar, e não fechar conosco. Se o cliente é profissional, ele sabe que fazer roughs também é trabalhar, e por isso devemos ser devidamente valorizado. E se o cara pagar, é porque tem pretenção de fechar anyway, senão é dinheiro jogado fora.

7 - “Então, eu queria um formulariozinho de contato que cadastrasse o cliente pra eu poder mandar email pra ele depois, e fazer um sisteminha pra poder vender meus produtos também…”

Nessa etapa, o site “simples” já virou um sistema que necessita de programação e banco de dados. E todos sabemos que isso requer $$$, o que nos leva ao chavão 8:

8 - “Mas tudo isso??? Pô, meu [insira amigo ou familiar] falou que conhece um cara que faz por R$300,00!!!!”

Ahhhh, a pior parte. Depois que você analisou que o custo para layoutar todas as telas, fazer a maldita animação de introdução em Flash, comprar as fontes, tirar e tratar as fotos, montar os HTMLs, CSSs e JSs, estruturar o banco de dados, fazer o sistema de cadastro e busca, fazer o sistema de emails e desenvolver o e-commerce saiu R$8000,00 (estou simplesmente atribuindo uma grandeza simbólica aqui), o cliente cai da cadeira. A verba que ele tinha reservado era de R$800,00, até R$1000,00 se fosse necessário, afinal, tocar negócio na Internet é barato, fazer site é fácil. Nessa hora, tentamos explicar e justificar todo o orçamento do projeto. Se ainda assim ele insistir no cara de R$300,00, aqui vai meu conselho final: “Então faça com esse cara”. E o pior, o cliente vai fazer mesmo, vai sair uma porcaria, mas vai ficar satisfeito por ter “economizado”.

9 - “Tem como fazer por menos? Estamos prestes a lançar um grande negócio/fazer uma turnê/lançar um videoclipe, e esse site vai ser um ótimo portfolio pra você! Assim que a gente receber o primeiro pagamento nós lhe pagamos!”

Para mim, existem 5 níveis de aplicação de capital: baixo risco, médio risco, alto risco, altíssimo risco, e topar com a proposta acima. A desculpa do portfólio é clássica. E pior ainda: se você faz um site por R$300,00 só pelo portfolio, outros clientes exigirão o mesmo preço. Seu trabalho desvaloriza, e o trabalho da categoria inteira de Design desvaloriza. Ou faz pelo preço justo, ou faz de graça. Trabalhar por pouco é frustrante, estressa, não dá motivação e o resultado, conseqüentemente, sai péssimo.

10 - “Não dava pra deixar isso mais vivo? Tem muito espaço em branco… E se colocássemos mais cor?”

Não importa o quão esforçada seja nossa tentativa de criar espaçamentos para aumentar a legibilidade do texto, o quanto pesquisemos em termos de Teoria da Cor para escolher uma paleta harmônica e equilibrada… O cliente sempre vai querer enfiar informação onde der, e pintar de vermelho o que for mais importante.

11 - “A logomarca tá muito pequena, não dá pra aumentar mais?”

Já começou errado porque logomarca, no Design, é um termo incorreto. E claro, a marca deve ocupar o máximo de espaço, se possível invadindo a área de não-interferência determinada pelo manual de identidade visual. Isso se houver um, claro. É com estratégias desse tipo que marcas como a Apple fazem sucesso, claaaaro. Clientes adoram seus Macs, iPods e iPhones, mas querem que seus produtos pareçam um Windows XP.

12 - “Acho que o visitante não vai enxergar isso aqui, e se a gente colocasse em um box vermelho com letras maiores?”

Ah, o caminho Microsoft de ser: se o usuário possivelmente não vai ver, vamos esfregar na cara dele! Bullshit, o usuário escolhe o que quer e o que não quer ver. E para mais informações, vide clichês 10 e 11.

13 - “Bom, vou mandar todo o material gráfico que você precisa o quanto antes.”

Pura ilusão. Provavelmente o cliente irá demorar uma semana para entregar o matéria. Quando o fizer, vai ser por email, a marca estará em gif de fundo branco, as fotos em 120px por 100px, ou pior, ele vai mandar uma apresentação de Powerpoint e vai mandar retirar tudo de lá.

14 - “Vamos fazer um “marketing viral” no YouTube pra divulgar nossa idéia.”

Se clientes são organismos imprevisíveis, não vejo nada de estranho na vontade deles de espalhar vírus por aí. Só acho estranho que o nome do vírus seja Marketing. Viral não é causa, motivo, razão ou circunstância - o efeito viral é a conseqüência de uma boa campanha.

E pra finalizar…

15 - “Está tudo ótimo, vamos marcar uma reunião para eu mostrar para os outros sócios.”

Depois que todo o trabalho está feito, retocado, pronto para publicação, o cliente precisa usar seu último (e mais poderoso) artifício para corromper a mente e a alma do designer. Repentinamente, seu trabalho de meses será avaliado por pessoas que não sabem de nada do projeto e não acompanharam nenhuma das decisões tomadas e suas justificativas. Obviamente, vão discordar em cada ponto possível e o projeto voltará quase à estaca zero. No pior dos casos, um desses sócios possui o poder majoritário da empresa, e mandará o projeto inteiro ser cancelado. É nessas horas que você dá graças por ter um contrato assinado com cláusula de multa. Você… tem um contrato… não é?

Clientes são organismos realmente incompreensíveis e sádicos. É necessário que tenhamos sempre estratégias e artifícios para combater cada um dos clichês e impedi-los de corroerem nossas almas. Em último caso, caso nada disso possa ser evitado… sorria, você não está só! =)

Qual é a música - versão desenhos

07 04 08

No estilo Flash Pops, o site NOSTALGIando fez um jogo de músicas estilo “adivinhe de onde vem”. A pegada da vez foi pegar os desenhos das décadas de 80 e 90 e nos fazer adivinhar nostalgicamente seus temas principais.

Para quem tem idade aproximada à minha (nasci em 85), o jogo é perfeito, lembrei de quase todas as músicas do jogo, e maioria era exatamente da minha infância.

Fiz 32/50. Quanto vocês fizeram? Comentem suas pontuações! =]

War in Rio, o jogo

07 04 08

O designer Fabio Lopez bolou uma genial versão do War, inspirando-se no hype do ano - Tropa de Elite.

No jogo, o jogador escolheria não entre cores, mas entre os exércitos do Rio de Janeiro (BOPE, PM, Terceiro Comando e outros). O mapa é baseado na disposição real dos bairros cariocas, dos morros e das favelas. Os objetivos podem ir desde eliminar o BOPE (haja culhões =D) até conquistar favelas.

Tabuleiro do War in Rio

O detalhamento gráfico do tabuleiro e das cartas é magnífico. E a proposta, de humor ácido, critica bem a situação do Rio de Janeiro, pegando como base um dos jogos que mais gera discórdia em tardes de domingo.

O HD do meu Macbook morreu

07 04 08

Pois é, caputz. Só pra combinar com o resto das urucubacas que têm acontecido comigo. Salvando um arquivo no Illustrator, o sistema travou (daquele jeito que nem Force Quit e kill resolvem), dei um Power Reset e cabum. Bootou no Leopard (o DVD estava lá dentro), e o Disk Utility nem listava o HD.

Vou mandar pra assistência, rezem por ele.

Enquanto isso, vou instalar Ubuntu aqui em casa, porque trabalhar com Ruindows XP ninguém merece.

8ºs episódios que nos fazem felizes

07 04 08

Post meio off-topic.

Sempre que bate uma saudade, vou saciar minha sede por Lost no blog Dude! We Are Lost!. E nele estava lendo um post interessante em que o produtor Damon Lindelof comenta sobre a greve da Writers Guild of America. Os fãs estão preocupados com a ameaça de a série ser interrompida após 8 episódios na 4a temporada, e Damon confirmou que o 8o episódio seria bombástico, compensando a “possível monotonia” dos primeiros da temporada, e que seria uma pena haver uma pausa justo nessa parte da história.

Interessantemente, ele disse ter conversado com o criador de Heroes, Tim Kring, e afirmou ser normal a queda de audiência da série, e que bastava um bom episódio para trazer todos os espectadores de volta. Por supuesto, aparentemente o 8o episódio de Heroes levantou o ânimo de todos os fãs, que estavam um tanto descrentes com a série no início da 2a temporada.

Precisava confirmar essa curiosa “teoria dos oitavos”, então, ansiosamente, assisti ao 8o episódio da segunda temporada de Dexter. Apaixonei-me pela série na primeira, e fiquei um tanto desapontado com o rumo da história no início da segunda.

Teoria comprovada. Assim como Heroes provou e Lost provará, Dexter também provou que são os 8os episódios que nos fazem felizes.

Pra quem nunca assistiu Dexter ou desistiu por alguma razão, assista. Vale o download.